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NA CONTRAMÃO DO BOM EXEMPLO


Já escrevi em outro artigo que em todas as profissões há os que servem de bom exemplo, que são éticos simplesmente por cumprirem sua função de forma digna, sabendo exatamente os objetivos a serem alcançados, e que suas atitudes podem ser copiadas por quem quer que seja que será motivo de orgulho. Isso acontece em todos os setores da sociedade, na medicina, no direito, na educação, no serviço público, na imprensa e no atendimento ao consumidor de forma geral.


Como o tema aqui é trânsito, comentarei alguns atos praticados justamente por quem deveria ser e dar exemplo, o que podemos chamar de contrassenso, e são situações que não são novidade para ninguém, já que presenciamos quase que diariamente.


É comum flagrarmos fiscais de trânsito, policiais rodoviários ou não, conduzindo viaturas sem usar cinto de segurança, fazendo uso de telefone celular, parando em cima de faixa de pedestre e até usando sirene de viatura sem estar em serviço de emergência (Proibido pelo CTB) dirigindo com o braço do lado de fora, e em muitos casos trabalhando com viaturas em péssimas condições de uso, o que já é culpa do estado, entre outros. Erros que não podemos nem pensar em cometer, que, aliás, nem são erros, são infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro.


Esquecem-se esses profissionais que além do descumprimento do dever, estão também descumprindo regras de trânsito, colocando assim não só suas vidas em risco, mas as de outrem, além é claro de não ser modelo de bom exemplo a ninguém.


Por tudo isso a pergunta que fica é: Quem os pune? Já que neste caso fazem uso do bom e velho corporativismo onde infrator quebra galho de infrator, e aquele que não é infrator vê-se na condição de fazer vista grossa com os companheiros, e assim continua a caminhada na contramão do bom exemplo e do faça o que eu mando e não faça o que eu faço, lembrando que a referência aqui serve às exceções, e não a todos.


Em tempo: Dias atrás, a imprensa divulgou uma nota a respeito de um policial militar que matou um sargento do exército com um tiro no peito, numa briga de trânsito na grande São Paulo. A quem serve esse exemplo?

 


Texto: Profº Neto educador de trânsito

 

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